quarta-feira, 28 de julho de 2010

CAFE SEM AÇUCAR

Assa minha mania que me perssegue e me consome essa estranha sensaçao que me conforta,esse suspense na hora certa me surpreende, esses cachos e olhos castanhos me dispertam sorriso alegre me deixa triste,triste por nao faze-los parte de mim. Proucuro me refugiar passo a observar essa manha sem sol admiro o som dos passaros sabendo que um dia acordaram com o canto dos homens as horas passam os ponteiros quebram,os dias se repetem a coragem me abandona o frio toma conta, minha mente vazia,solida minhas maos umidecidas meus olhos calados, minha expressao desenhada em detalhes abstratos. A noite chega solidao me faz companhia meus amigos sao um papel em branco e um caneta sem tinta minha inspiraçao sao os cachos e os olhos castanhos,minha criaçao sao letras em forma de alma sao rabiscos em forma de pintura me ocupo com detalhes simples e arrojados, desfaço minhas malas de esperança deixo-as partir para que volte e traga com ela minha coragem. enchergo diante de mim um mar de espinhos, o ceu violeta. Me disperto desse dia sem sol, dessa forma obsseciva dessa noite vazia,dessa mente inquieta. dessa dose amarga de revelar meus conseitos trago comigo minha coragem e minha esperança de acordar e ver o sol de ouvir o canto dos homes em forma de hino dos passaros admirar a beleza dos olhos casatnhos e do sorriso inspirarador.

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